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Correia dentada, quando trocar, riscos, informações

Correia dentada, quando trocar ? Um carro é feito por diversos componentes que permitem que o motorista possa se sentar diante do volante e guiar a máquina diversos ligares. Para que isso aconteça, para que o veículo se mova, o motor é peça chave para dar vida a toda a carroceria.

Avaliando os preços dos motores veiculares, é possível ver que grande parte do preço pago para se adquirir um carro é devido ao desempenho do motor.

Quanto mais eficiente, mais tecnologias são acopladas e maior será o custo no momento da compra. Gasta-se muito com carros, um valor justo, afinal eles promovem conforto e pode levar os motoristas e passageiros para qualquer lugar.

Depois dessa breve introdução, sabe-se que o motor é parte essencial do carro e que se paga muito para adquirir um bom veículo.

E por que muitos motoristas tendem a descuidar com itens simples? Deixar o carro escangalhar por falta de revisão é ainda algo muito comum e que leva os mecânicos a ficarem ricos, afinal o custo dos reparos muitas vezes é altíssimo.

A correia dentada é uma das peças que faz parte do motor. Sua função é bem simples, sua durabilidade é pequena e seu valor de reposição não é alto (algo em torno de 100 ou 200 reais). Porém, quando a peça arrebenta o estrago é grave e em muitas ocasiões os reparos custam entre 10 a 20 vezes mais que o valor de uma simples troca.

Correia dentada, quando trocar, riscos, informações

Para entender melhor o que é a correia dentada  , o artigo de hoje irá explicar melhor o que a peça faz e qual a sua necessidade de troca. Antes, vale ressaltar que há muitos riscos em não fazer a reposição da correia, alguns deles podendo até colocar a vida do motorista e do passageiro em perigo.

Correia dentada, quando trocar, riscos, informações
Correia dentada, quando trocar, riscos, informações

Riscos que a quebra da correia oferece ao motor

A correia dentada é uma peça feita de borracha e linhas de aço que sincroniza as válvulas do motor e o virabrequim. A peça faz parte do processo de transformação da energia criada pelo motor em força para diversos componentes e para o carro em geral.

Por ser feita de materiais mais leves, o processo de fabricação da correia dentada é relativamente mais barato do que as opções de corrente. No Brasil, não são poucos os veículos que possuem a correia como elemento de sincronização. Portanto, se o seu carro veio com a peça feita de borracha e fios de aço, saiba que é preciso tomar cuidado redobrado com a manutenção do motor.

Os riscos são grandes, caso a correia arrebente, isso porque ao parar de funcionar a o sistema entre em colapso e pode haver colisões entre elementos de dentro do motor. Em casos mais leves, as válvulas são as únicas danificadas além da própria correia. Porém, em altas velocidades (rotações de motor) o encontrão entre as válvulas e os cilindros pode ser feia, o que leva a necessidade de uma troca completa.

O preço do concerto varia de acordo com o tipo de carro que sofreu com esse problema. Modelos de menos válvulas tendem a ser mais baratos, mas nem queiram saber quanto irá custar o reparo de um motor de 16 válvulas.

A pior parte é que em altas rotações, a quebra da correia pode causar acidentes. Pelo susto, pela parada repentina ou até mesmo a perda do controle, o motorista pode acabar provocando um incidente grave e de grandes proporções. Para que isso seja evitado é preciso ficar atento aos períodos de troca.

Quando é preciso trocar a correia?

Por ser um item feito de maneiras menos resistentes, a correia dentada precisa de trocas mais rápidas que a corrente, por exemplo. A grande dúvida do motorista é saber quando se deve trocar a peça para evitar que ela arrebente no caminho para o trabalho ou na volta de uma viagem cansativa.

Não há um tempo fixo de troca para todas as correias dentadas, mas é possível saber quando é preciso troca-las. No manual do carro, há todas as indicações necessárias para reconhecer quando se deve fazer a reposição da correia. No geral, as montadoras indicam um prazo de 60 a 90 mil km rodados, algo que pode cair em locais áridos e de calor intenso.

Quais as diferenças entre correia e corrente?

Uma outra dúvida muito frequente é a diferença entre a correia dentada e a corrente nos motores. Ambas possuem a mesma função dentro do veículo, sendo que a diferença está no material produzido e nos sinais que ambas oferecem ao motorista quando elas estão para se partir.

A correia dentada, como já foi dito, é feita de borracha e fios de aço. Ela possui uma durabilidade entre 60 a 90 mil km e não oferecem sinal algum de que estão para se romper, o que aumenta o perigo de ficar na mão no meio de uma estrada. Quando a correia está próxima de seu fim, ela não diminui a eficiência do motor.

Já a corrente é feita de metal, como as que temos nas bicicletas e motos. Sua durabilidade é maior, passando dos 100 mil km e quando ela está para romper há barulhos intensos e perda de desempenho.

No Brasil existem motores que utilizam essa peça em seus interiores, sendo possível reconhecer esse uso tanto através de uma revisão, quanto no manual do carro.

Cuidados que se deve ter para evitar que a correia quebre

A durabilidade da correia depende de vários fatores, tanto de uso do motor, quanto no clima onde o veículo transita. Lugares mais quentes e secos tendem a afetar negativamente as correias, pois a borracha acaba sofrendo maior com a degradação oferecia pelo ambiente. Quanto a isso, não há como lutar.

A maneira mais correta de se evitar que a correia quebre no meio da pista é fazendo as trocas nos tempos indicados pelas montaras e realizando revisões periódicas a cada 20 mil km. Fazer essa manutenção preventiva ajuda a saber se não é preciso realizar a troca antes do prazo devido a algum fator externo ou de uso excessivo do motor.

 

Por Unicodono.com.br

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